A pedra foi desde sempre um referência de nobreza para todos os povos. A história da humanidade encontra-se dividida por idades, sendo a primeira delas a Idade da pedra. Um dos primeiros objectos utilizados pelo homem, com múltiplas funções, foi exactamente a pedra. Na nossa região onde a pedra abunda, foi ela utilizada para os mais diversos fins, havendo por todo do lado testemunhos dessas utilizações, muitos deles sob a forma de Calçada à Portuguesa. Rodeados de pedra por todo o lado temos que aproveitá–la e valorizá-la porque é dela que vivemos. A pedra é uma realidade omnipresente, embora nem sempre se apresente em condições rentáveis de exploração. É pois um bem esgotável, pelo que convém maximizar e racionalizar esta riqueza. É útil rectificar que donde vem a maior parte da calçada, calcário branco (vidraço), esta área é situada entre Barreirinhas, Pé da Pedreira, Valverde, Mendiga, S.Bento, Cabeço das Pombas e Covão dos Porcos. Abrangendo as Freguesias de Alcanede, Mendiga […]
Os apicultores franceses multiplicaram as colmeias sobre as construções públicas (aqui ao Grande Palácio em Paris) a fim de salvar as abelhas dos adubos e pesticidas, dos quais são vítimas em campanha. Contra qualquer espera, as abelhas fizeram das cidades um dos seus terrenos preferidos. Provar ao mel urbano, ou mesmo lançar-se na sua própria produção, fica acessível ao maior número. As colmeias estão em cima dos telhados… Encontra-se igualmente sobre a Ópera de Paris ou Lille, em cima do Teatro do Merlan em Marselha, ou do Grande Palácio em Paris. Algumas foram erigidas mesmo perto das pistas do aeroporto de Roissy. Os apicultores teriam perdido a cabeça para instalar as suas abelhas em espaços também urbanos? De forma alguma. Pelo contrário é para salvar as abelhas que eles multiplicaram as colmeias citadinas sobre construções públicas e empresas. As campanhas, nos adubos e pesticidas, acrescentados à diminuição da biodiversidade, ameaçam com efeito pesadamente estes insectos. […]
EDP faz economias no Vale da Trave O fenomeno não é novo, mas tarda a reslolver. De facto o que acontece em Vale da Trave continua sem explicação. E mais sem solução á vista. Os apagões noturnos da luz pública continuam e sempre com duração indeterminada, 3 dias, 3 semanas por vezes mêses até que seja restabelecida. Na verdade é surpreendente, de nos encontrarmos numa aldeia dividida com alguns pontos de luz e no centro é o escuro total, dificil de pensar em atrair aqui pessoas vindas de outros horizontes de modo duravel ou até de aqui passar um serão onde durante os meses de verão é bom uma terraça de café e umas conversas com amigos, única diversão aqui, mesmo assim comprometida por esta situação que tarda a ser resolvida uma vez por todas. Que estranho de voltar á nossa terra por umas curtas férias durante o verão, e cair nestes serões escuros, portanto aqui ainda não é Africa bem conhecido por grande falta de electricidade.
Alargamento do caminho Vale da Trave, Val do Mar passando pelo pinhal manso. Uma necessidade já antiga, que nunca tinha sido tomada a sério até agora, iniciado em fins de 2008 alargamento do caminho a partir do Vale da Trave, as paredes de pedra estão agora mudadas e repostas com um novo aspeto traçado de modo mais adequado ás necessidades actuais. Quanto ao piso, que deixa muito a desejar, foi iniciado e não acabado o que continua uma vergonha escondida da nossa freguesia por falta de quem ou de quê? Só espero que os 2 ou 3 pinheiros aqui arrencados, fiquem por aqui eternamente é sinal de que não aconteceu nada, amontoados de lenha seca são sempre de mau aspecto de mais em sítios como este. Por parte da Junta de Freguesia é dito, o problema é dos Compartes , se fossemos nós a fazer já estava pronto e alcatroada, seria? Então porque é que não fizeram antes? O jogo de empura continua. Mesmo assim, este é um caminho publico e compete á Junta de tratar do seu piso como trata dos […]
Novas tecnologias, novos meios de dar a conhecer Aldeias, Lugares e o esquecimento deles. Aqui vamos tentar em acordar. Dar vóz aqueles que raramente são ouvidos. Esta página tem por objetivo mostrar desigualdades profundas em questão de habitação num pequeno lugar ou aldeia. O Covão dos Porcos fáz parte dos poucos lugares sem água nas habitações. Portanto recentemente meios para recolher fundos vindos da actividade exercida nos terrenos báldios, poderia contribuir a fazer um furo e captação de água para este lugar. Ainda não foi desta vez, onde já existia água canalizada fez-se mais um furo. Por enquanto vamos aguardar mais um tempo. Não temos culpa das politicas erradas do passado, mas se nada se fizer poderiamos vir a ter. A falta de representação deste lugar na comissão de compartes que inclui o seu nome é uma falta de dignidade de parte de quem a representa, será por falta de competências? Só poderá traduzir-se numa falta de respeito por estes habitantes se nada for feito. […]
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